sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

SAQUEADORES DA VIDA.

No Saquear dos Sonhos!

Saquear: v.t. pilhar, praticar saque; roubar, devastar, assalta.

Saqueador: adj. es.m. Que ou aquele que saqueia, que faz pilhagem.

Saqueados pelo medo, saqueados pelas privações, saqueados pela insegurança, saqueados pelos dogmas, saqueados mesmo quando não se há ao que saquear.

Nas privações dos direitos impostos por aqueles que tentam coibir e roubar-nos aos benefícios que temos na busca da felicidade da vida; pessoas que recorrem e usam ao trans-cultural ou mesmo às culturas regionalizadas furtando ao encanto do sonho e do sonhar ao que se pode conquistar devem ser ignoradas e consideradas desprezíveis.

Uma vida que se limita a não sonhar está, tem como sinônimo a frustração e depredação da própria vida. Pois sonhar ao que não se sonhou não é sonho! É no sentido original da palavra “plagio”. Jamais alcançaremos algo que não sonhamos; pois só se objetiva e alcançam aqueles que sonham e acreditam ao que se sonha. Coibir ou intimidar aos que tem desejo de alcançar ao que se sonhou é “frustração”.

Viver de sonhos também não se encanta, pois de nada adianta sonhar e não colocar em atividade de vida ao que se sonhou um dia...

Na expressão de um sonho e na luta empolgante para que este se concretize encontraremos de fato a “realização”. Este é o segredo para aqueles que se encantam com o prazer em viver a vida na sua plenitude.

Os projetos em execuções são sonhos em atividade e os projetos realizados é vida! Para todos os caminhos que se abrem diante de nós, necessário é que existam objetividade e otimização na busca de uma vida completa. Os desprovidos desta verdade com certeza, são aqueles que não há possuem, mas estão constantemente rodeando e assediando aos que puderem, para saqueá-los e fraudular aos direitos que possuímos para viver. No querer encontramos ao poder; pois no desejo do ser haverá o saciar com aquele que a tudo pode fazer e preencher aos que nada tem ou mesmo sabem a cerca do preencher no vazio existencial dos homens. Neste encontra-se o sentido e a razão da vida; o Seu nome é Jesus.

“O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente”. João 10:10

No Amado de Nossa Alma.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ENTRE A PRESA E O PREDADOR.


Diferenciando Pastor, do Mercenário.

Mercenário: S.m - Soldado que se oferece para servir mediante paga.

Pastor: S.m - Guardador de rebanho, zagal: as ovelhas e seu pastor.

* Como água e óleo não se misturam; assim também, Pastor e Mercenário não caminham juntos.


O Verdadeiro Pastor Ele é Apascentador.

O Mercenário Ele se Apascenta.

O Verdadeiro Pastor não tem sua vida por preciosa, mas busca a melhor para o rebanho.

O Verdadeiro Pastor usa do seu gabinete como um local acolhedor aos sofredores e aflitos, sem jamais fazer dele um centro de estratégias de captação de recursos pessoais.

O verdadeiro Pastor é aquele que se dedica ao ensino pela sua pratica de vida pautado por um principio bíblico, sem usar da demagogia para impor dogmas ao rebanho no qual ele não, seja capaz, de vivenciar.

Pastor que é pastor, genuinamente luta em favor daqueles que estão desguarnecidos e a busca de aprisco para proteção.

As características no pastoreio de um verdadeiro pastor são marcadas e dosadas por forte porção de misericórdia, amor e compaixão.

Ser um Pastor de fato e direito é ser seguidor autentico do Sumo Pastor Cristo; Colocando-se debaixo desta unção como o sub-pastor do Cristo do Eterno.

Quanto ao mercenário não se é necessário muito para identificá-lo nos nossos dias; pois o mesmo se revê-la por aquilo que esta buscando e objetivando como prioridades pessoais, tais como: fama, glória, interesse em enriquecer-se; atrás daqueles que mais tem a lhe oferecer do que com os que nada têm! Busca e vive pelo reino imediatista do agora e aqui; do que antes com o que poderás herdar na eternidade com Aquele que o alistou.

Pastor ama. Pastor cuida. Pastor zela. Pastor dedica-se. Pastor se entrega. Pastor torna-se presa pelo seu rebanho.

Mercenário odeia. Mercenário abomina. Mercenário afugenta. Mercenário busca. Mercenário é predador na vulnerabilidade do seu alvo.

O futuro se constrói pelas escolhas que fazemos no presente, e, na relevância do que estamos vivendo estão justamente às motivações que buscamos não pelo que teremos, mas sim, pelo que de fato somos.

Por isso escolha a quem seguir: por mais que lhe pareça de difícil discernimento um do outro, com estas, podemos fazer algumas ponderações e definições a quem buscamos e estamos a seguir.

“O mercenário, a quem não pertencem às ovelhas, não é o pastor. De modo que quando vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge. Então o lobo ataca o rebanho, e dispersa as ovelhas”. João 10:12

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O CHAMADO




Chamados e Vocacionados!

Pensando sobre o chamado e a vocação mediante os tanto títulos e postular de ministros do evangelho de Cristo hoje, confrontei-me com o Texto: E Ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros pra evangelistas, e outros para pastores e mestres. Com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado. (Efésios 4:11-12).

Para que ou porque fomos designados?

  • Um dia no meu primeiro ano de teologia, meu professor de teologia, disse: “Ainda que estejamos em um campo acadêmico, não podemos esquecer ou perder o objetivo e alvo maior que são de cumprir com o chamado no qual fomos vocacionados, sem perder ou esquecer da nossa vida espiritual”.

Para que ou porque fomos designados?

- Onde estariam minhas motivações ministeriais quando abro mão da vida secular e volto a pregar o reino da terra?

- Creditar que a melhor posição Cristã é aquela, onde, posso usufruir ao melhor desta terra!

- Quando abro mão do principio que a melhor coisa é dar do que receber.

- Quando passo a dar mais valores aos carros, poltronas estofadas, ar condicionado; quando meu rebanho se quer tem um salário digno para tomar suas refeições supridas pelos nutrientes necessários.

- Como posso equipar e edificar o rebanho ao qual Cristo me designou pastor e bispo, quando fecho aos meus olhos diante das suas necessidades mais básicas como: educação, saúde e renda.

- Quando usamos aos recursos captados na Igreja para repartir com os mais necessitados, para fazermos turismos religiosos em nome de uma busca de honra e santidade.

- Quando ainda, dedico a maior parte da minha vida a busca de estratégias e métodos de crescimentos de igreja; deixando ao principio básico da leitura Bíblica devocional diária.

- Quando vejo ministros preocupados em adquirir propriedades e riquezas, quando Jesus se quer possuía um lugar onde reclinar sua cabeça!

- Quando estamos buscando ser recebidos e reconhecidos com honras por autoridades governamentais e o estado; quando o Cristo de Deus nos disse: “Que nos enviaria como ovelhas para o meio de lobos e que sequer levássemos bolsas e sacos para recebermos recompensas por isso”... (Lucas 10:3-7)

Concluo: Estas são algumas reflexões que deixo não como julgamento a ninguém ou mesmo me posicionando em um estado de perfeição para tal! Mas inquieto com meu espírito no Espírito Santo; deixo está para análise individual aos chamados e eleitos em Cristo.

No Amado de nossa alma.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

ARTE ABSTRATA DO SER...

DOIS MUNDOS EM UM SÓ UNIVERSO.

Preliminar:

Há que não se prende naquilo que não podemos representar; ainda que não se possa tanger por uma realidade que desconhecemos pelas universidades de conceitos e valores, exprimidos por uma ditadura pensante que tenta enclausurar aqueles que desprovidos do direito do simplesmente ser.

Ser não como valores e princípios ao do ter, mas simplesmente ao do existir; sendo este, como ao do próprio valor da vida em sua essência. Ainda que muitas vezes suprimida por alguns que tentam tornar esta arte tão concreta, bloqueando a individualidade e criatividade da vida como seres que: pensam, expressam e vivenciam por algo que acreditam e buscam nas diversidades e exclusividade do individuo...

Desrespeitar valores, impedir expressões e neutralizar ao ser, por desconhecer a arte que lhe é demonstrada ou revelada na vida de uma pessoa, é ignorar ao próprio universo do Eterno em sua essência e sabedoria. Pois deixar de acreditar na arte abstrata do ser, por não estar esta inclusa no meu universo, é querer torna o belo tão insignificante quanto ao do próprio viver.

Às vezes usando artifícios das demagogias insanas pensantes de outros, que expressarão equivocadamente suas opiniões; procurando enclausurar a universalidade dos seres nas suas multi-caracteristas e formas de agirem ou até no suprimir de suas emoções.

O belo do abstrato é tão magnífico e estupendo quanto ao do concreto; mesmo que este ainda, seja, desconhecido do meu universo.

Na universalidade o Eterno, quis Ele tornar-nos tão especiais, que dotou-nos de capacidades e expressões que revelam a individualidade do ser, tão marcante quanto à da nossa própria impressão digital; mesmo todos a tendo, nenhuma se compara ou é idêntica à outra. Sendo assim querermos suprimir ou ignorar, atitudes ou mesmo formas de expressões de outrem, é não aceitar, ou melhor, desejar ser superior ao próprio Criador do Ser Humano.

Não podemos querer brincar de sermos deuses ou semi-deuses; pois mesmo que para mim uma lei ou conceito, seja desconhecido no presente momento, ainda haverá um novo amanhã que poderá trazer com ele a descoberta ou a própria revelação do que era abstrato tornando-o agora concreto para mim.

“DEIXEMOS COM QUEM É CAPAZ DE DISCERNIR AO INESCRUTÁVEL”.

Pela Fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que o que se vê não foi feito do que é visível. Hb 11:3

No Amado de Nossa Alma.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

SONO DA ALMA!


O Aniquilacionismo

Minuta Introdutória:

As muitas teorias e argumentações sobre a pauta em análise, podem levar as muitas controvérsias; mas, ainda que seja isto que a escatologia represente para muitos. O conflito é justamente pelo assunto ser o futuro. A idéia central deste artigo não é se existe sono ou consciência de alma na vida pós-morte, mas levá-los a compreensão de que todo ponto de vista debaixo do sol é humano e a vida “pós-morte” é uma revelação Divina. Encontramos elementos de concordância nas chamadas denominações históricas; um deles é a condição de consciência ativa no estado intermediário entre a morte e a ressurreição. Podemos discordar sobre a natureza do milênio, da tribulação, do reino de Deus, mas sobre a consciência e o estado de bênção no estado intermediário, certamente não. A razão é simples: apesar de raros, os textos que tratam do assunto nos levam para o mesmo caminho. Os contrários, ou seja, os representantes da morte da alma ou do sono da alma, são poucos e não encontram representantes nas denominações históricas e, por isso, tais doutrinas não são vistas como ameaçadoras. Entretanto, essa não era a situação na primeira metade do século XVI. A idéia de um estado de inconsciência entre a morte e a ressurreição ganhou destaque e parecia ser uma ameaça. Como um excelente exegeta, Calvino preocupa-se em começar estabelecendo o significado das expressões envolvidas. Primeiramente ele reconhece a variação de significado na terminologia “sono da alma”. Há os que admitem um estado de insensibilidade entre a morte e o dia do julgamento quando se dará o despertar do sono. Outros, contudo, negam a “real existência” da alma neste período entendendo que a alma perece com o corpo até o dia em que será ressuscitada com ele. Em resposta a essas visões, Calvino assegura que a alma é “uma substância, e após a morte do corpo vive verdadeiramente sendo dotada de sentido e entendimento”.

O estado intermediário.II Coríntios 4:16; 5:10

4:16 Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. 5:4 Pois, na verdade, os que estamos neste tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. Concentremos nas grandes decisões de significado do texto. São elas: O que vem a ser o “homem exterior” e o “homem interior”? Trata-se do mesmo “velho homem” de Romanos 6.6 e Efésios 4.22 ou um contraste de elementos da constituição humana (corpo e espírito)? O tempo presente no primeiro verso indica garantia de cumprimento da promessa ou que a promessa de um edifício será cumprida imediatamente após a morte? O que significa “edifício”? Um novo corpo em contraste com o corpo presente? Bênçãos espirituais ligadas à imortalidade? Qual o melhor texto para o verso três? Que tipo de nudez o texto se refere? Nudez de um novo corpo? Nudez moral? Nudez de bênçãos? Devemos ver a nudez como uma expressão grega ou hebraica? Calvino observa que “Deus não evoca dos quatro elementos matéria nova para plasmar homens, mas, antes dos sepulcros evoca os mortos”; Calvino não nega que essa vestimenta, chamada de edifício, envolve também o corpo da ressurreição. Para ele, tanto a “imortalidade” quanto o “corpo ressurreto” são possibilidades legítimas e oportunas de entendimento do “edifício”. Sem descartar nenhuma das possibilidades, Calvino sintetiza: “[…] prefiro considerar que o estado de bem-aventurança da alma após a morte é o início desse edifício, mas que sua conclusão: é a glória da ressurreição final”. O contraste entre início e conclusão revela o cuidado de Calvino em não defender uma ressurreição imediata após a morte. Sua negativa de uma ressurreição imediata se dá pela implicação de que não podemos rejeitar a realidade do corpo morto. Para Calvino, a rejeição da ressurreição do corpo não somente vai contra textos claros como I Coríntios 15:53 (o contraste entre corruptível e incorruptível só faz sentido se houver mudança de qualidade); Daniel 12:13 e João 5:28-29.

Alguns Pontos de vista Bíblicos sobre o Sono da Alma:

O conceito do "sono da alma" não é uma doutrina bíblica. Quando a Bíblia diz que uma pessoa está "dormindo" em relação à morte (Lucas 8:52; 1 Coríntios 15:6), não significa um “sono” literal. Dormir é só uma forma de descrever a morte porque um corpo morto aparenta estar dormindo. Para os Cristãos, estar ausente do corpo é estar presente com o Senhor (IICoríntios 5:6-8; Filipenses 1:23). Para os incrédulos, a morte significa punição eterna no inferno (Lucas 16:22-23). No momento que morremos, temos que encarar o julgamento de Deus (Hebreus 9:27). Até à ressurreição, no entanto, há um céu temporário chamado de “Paraíso” (Lucas 23:43; IICoríntios 12:4); e um inferno temporário chamado no grego de “hades” (Apocalipse 1:18; 20:13-14). Lucas 16:22-24; . Ambos estão conscientes; um gozando o Paraíso, outro sofrendo no Inferno. (Apocalipse 6:9-10) E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Conscientes, clamando, adorando, etc. (Filipenses 1:23-24) Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. 24 Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. Partir daqui é estar imediatamente gozando da e na Presença de Cristo.

O Aniquilacionismo, vulgarmente chamada de “Sono da Alma”. Leva-nos ao equivoco do direcionamento diretivo da alma, refutando ao contexto bíblico de (Fl1:23) mostrando-nos que o “sono da alma” é equivocado em sua doutrina; pois a mesma se contradiz em si mesma, sendo que esquece da restauração do corruptível para o incorruptível. Lembrando que a citação bíblica acerca do dormir é uma metáfora acerca da morte do corruptível, ou seja, a forma corpórea e que como o sono é temporário este período também o será; mas que haverá o momento do revestimento corpóreo do que era corruptível para o incorruptível (I Co 15:54). Encerro com a mais singela das minhas inconclusivas conclusão, dizendo que diante de toda esta reflexão o mais importante é estar em Cristo pela fé!

Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos. Hb11:1

FONTE DE PESQUISA:

Ministério CACP – Prof.Flávio Martinez

Cd de estudos palavra prudente – Helio de Meneses

Escola Charles Spurgeon

Fundamentação exegética do Estado intermediário em João Calvino.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

DIFERENCIANDO OVELHAS DE LOBOS


ENTRE O VERDADEIRO E O FALSO:

Aprendendo além dos lobos – Crescimento e Maturidade.

Uma parábola nos fala de ovelhas que enfrentavam um grande problema: O ataque incessante dos lobos, esses ataques já eram vistos como comuns, e as próprias ovelhas já estavam acostumadas com essa situação. Porém, certo dia, uma delas resolveu questionar essa cultura que imperava para todas elas, por que as ovelhas não podiam evitar os ataques dos lobos? Se os lobos eram espertos, e aprendiam rápido, elas deveriam aprender mais rápido do que eles... Esse foi o começo para uma grande mudança na vida das ovelhas, a partir daí começaram a partilhar e buscar novas informações, e também a exporem suas idéias, com isso às ovelhas conseguiram juntas alcançar o seu objetivo inicial, terminar com o ataque dos lobos, pelo menos até os lobos acharem outro meio de atacarem as ovelhas... Dentro desta perspectiva de vida, podemos realizar algumas diferenciações entre as características autenticas de uma verdadeira ovelha para um lobo, que tenta se transvestir de ovelha para enganar, seduzir e dissimular as ovelhas, aos seus caprichos e interesses particulares, com o intento de tirar seu sustento e alimento para sua sobrevivência.

Algumas Características entre a ovelha e o Lobo:

- Ovelha é Autentica. - Lobo é Ilegítimo.

- Ovelha é Flexível. - Lobo é Irredutível.

- Ovelha é Pacifica. - Lobo é impulsivo.

- Ovelha é herbívora. - Lobo é Carnívoro.

Deixando esta, como uma análise; para que estejamos a repensar alguns valores e importâncias, acerca de nossa conduta, família e bens! De que formas estão sendo cuidados e a quem tem sido entregue as preciosidades que Deus nos confiou como bons administradores?

Uma visão além das matilhas dos lobos é aquela em que nós, não permitimos que nos sejam, arrancados e roubados os direitos adquiridos, as grandes conquista e heranças que as possuímos no decorrer dos tempos. Não menospreze aos seus valores e conquistas adquiridos na vida pessoal, familiar e espiritual. Não tenhas medo das investidas do lobo, mas, acredite na capacidade em que Deus lhe dotou, para superar as afrontas e investidas, quando o mesmo vier contra a sua vida. Um grande diferencial que podemos fazer em uma análise rápida, entre o lobo e a verdadeira ovelha, é que o lobo, pode fazer muitas coisas semelhantes ou iguais à ovelha, mas a única coisa que ele não é capaz, será alimentar dos mesmos nutrientes de uma ovelha; visto que a ovelha é herbívora e o lobo é carnívoro, ou seja, um lobo jamais terá a capacidade de se nutrir pelos princípios pautados nas escrituras sagradas (A Bíblia). Cuidemos para que não sejamos extorquidos ou saqueados pelos lobos malfeitores, que se levantarem entre nós...

o Lobo vindo contra nue podemos fazer em uma ante na capacidade em que Deus lhe dotou, para superar as afrontas e investidas d O assalariado não é o pastor a quem as ovelhas pertencem. Assim, quando vê que o lobo vem, abandona as ovelhas e foge. Então o lobo ataca o rebanho e o dispersa”. João 10:12

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O LIDAR COM NOSSAS EMOÇÕES










O DESAFIO...




Quando questionamos sobre as dificuldades que temos no lidar com nossas instabilidades emocionais, dentre elas, hoje primordialmente, as mais conhecidas como ansiedade e impulso; logo se é apresentado muitos argumentos e diagnósticos dos mesmos, mas as causas maiores destes problemas pouco ou quase nada se têm discutido abertamente a respeito das influencias que poderemos enfrentar ao lidar com elas; justamente por suas complexidades do não saber muitas vezes a origem e a causa destes sintomas apresentados e sofridos. Muitos têm buscado receber mais da presença e da graça Poderosa de Deus em sua vida, tentando encontrar para si, justamente o equilíbrio e o aprendizado necessários para lidar com suas instabilidades emocionais, sem uma prévia análise e reflexão sobre: princípios básicos para se alcançar um toque do Divino no Humano. Um dos princípios elementares para que se alcance esta manifestação e presença, é saber que este, não o é para obter-se necessariamente ao que idealizamos como cura e equilíbrio sobre nossas questões emocionais; mas ao aprimoramento de como lidar com tais impulso e vontades, através da renuncia.
O “alcançar” é muito bom e gratificante, tendo como sinônimo de conquista a satisfação ao próprio ego, mas não é esta a essência! Pois aos valores Cristãos “alcançar”?!Pode significar renunciar a si mesmo, e, renunciar dentro deste contexto envolve aprender há lidar com o próprio eu, nas suas paixões, vontades e concupiscências que poderão resultar em nós, valores não almejados.
Para tanto, obter esta vida de equilíbrio e sobriedade, diante dos nossos impulsos e vontades, necessário é que sigamos pelo caminho da autenticidade com o Divino.
Crendo que a nossa vida deve em todo o tempo não somente estar guardada por Deus, mas principalmente, confiante que a mesma esta lançada sem reservas sobre Ele, com tal intensidade que sintamos protegidos sob os Seus cuidados! Não desrespeitando ou esquecendo dos recursos que lhe estiverem em seu alcance e de sua inteligência, sentimentos e vontades...

REPOUSE SEUS ANSEIOS NO BERÇO DA SOBRIEDADE!!!

“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” I Pedro 5:7.